julho 23, 2009

A Cidade de São Miguel de Taipu

A cidade de São Miguel de Taipu foi fundada no dia 22 de dezembro do ano de 1961 desmembrando do município de Cruz do Espirito Santo no Estado da Paraiba seus principais fundadores foram as familias lins,albuquerque e os vieira que predominavam todas todas varzea da zona canavieira do ribeirinha do Rio Paraiba onde tinha na sua extensão as terras de 7 engenhos sendo seis com sede dentro do município e sétimo engenho tinha em sua parte mais de 60% de suas terras pertencentes ao município de São Miguel de Taipu.


APRESENTAÇÃO

É com grande satisfação que apresentamos a comunidade e ao público em geral, um pouco da história “ São Miguel de Taipu” e conhecer seus pontos turísticos e atrativos onde o visitante possa sentir o calor de seu povo acolhedor e sentir o prazer e retornar e conhecer um pouco da sua Cultura de sua gente.

ASPECTOS GEOGRÁFICOS

“A Sede do Município, situa-se a 36 m de altitude do nível do mar, tem posição geográfica pelo paralelo 7º”l6”02” de altitude em intersecção com o meridiano de 35º15`36” W. de longitude.
Clima é tropical quente e seco, tanto na várzea como na caatinga, com máxima de 27º e mínima de 22º. O inverno tem seu inicio em março, terminando em Julho, com índice fluviometrico de 59 mm/ano.
O principal rio que forma a bacia hidrográfica do Município é o rio Paraíba limite com Pilar e o rio Una limite com Juripiranga. Este rio é muito importante para o Município de São Miguel de Taipu por ser utilizado para irrigação, pesca, abastecimento e fornecimento de matéria prima para a construção. Ele nasce na Serra do Jabitacá no Município de Monteiro-PB, com o nome de São Domingos. Ainda nesse município recebeu o nome do rio do meio, e depois Cabaceira, e só então passa a se chamar Paraíba.
Destaca-se ainda na geografia do Município os rios Cirimataú (limite com Pilar), os riachos água Fria (limite com Cruz do Espírito Santo) e pequenos açudes nas localidades de Maravalha, Fazenda Paraíso, Fazenda Taipu, Fazenda Itapuá , Outeiro e pequenas lagoas: Maravalha, Lagoa de Mocóis e Lagoa Preta.
Distante 55 km da capital paraibana, o Município São Miguel de Taipu, com densidade demográfica de 63,9 Km2 ,, 80 km de Campina Grande e 100 Km da Região Metropolitana do Recife, e 18 km de Itabaiana, Município com o qual mantém o maior relacionamento e por ser sede do 12º Núcleo Regional de Saúde e de Educação.
E uma população de 6..640 habitantes (dados do IBGE ano: 2007) e O Território do Município de São Miguel de Taipu, situa-se a sudeste, com Mesoregião da mata paraibana e na Microrregião de Sapé.
Limita-se ao Norte com o município de Sobrado, ao Sul com o Município de Pedras de Fogo, a Leste, com o Município de Cruz do Espírito Santo e a Este, com o Município de Juripiranga e Pilar.
O município é cortado pelas Rodovias BR 230, PB 048 e PB 042 e várias vicinais.

Vista da Entrada da Cidade de São Miguel de Taipu, com o asfaltamento ocorrido no ano de 2002

Mapa de localização do Município de São Miguel de Taipu no Estado da Paraíba


ASPECTOS HISTÓRICOS

A primeira família as se instalar em São Miguel foram o Senhor Francisco V. Leitão de Melo e Ana Lins de Albuquerque, sendo seus parentes:Joaquim Francisco Lins (Quincas de Engenho Novo), casado com Maria Álvares de Cavalcanti (de Corredor), Lourenço Bezerra de Albuquerque Melo (de Outeiro) e Ana Lins Vieira de Melo (Sinhá Nóbrega) de Lagoa Preta e Augusto Vieira de Albuquerque Melo (que viajou para o Estado de Minas Gerais)
São Miguel de Taipu tornou-se conhecida no cenário paraibano no início dos anos 70 pelo agro pecuarista Henrique Vieira de Albuquerque Melo, como campeão de exposição de gado da raça Nelore e instalado a primeira maternidade de inseminação artificial no Estado da Paraíba onde vários estudantes aqui estiveram fazendo estágio nessa maternidade, o que foi homenageado pelo Parque de Exposição Henrique Vieira de Melo, na capital Paraibana.
Sua povoação iniciou-se no século XVII, tendo as missões de Fagundes do Pilar catequizados nativos nas nossas terras, o que nos valeu a edificação da Igreja Matriz em Estilo Barroco com conclusão em 1875, pelo Vigário João Antonio Rodrigues e principal gestor da obra que também era vigário da Igreja Matriz de Cruz do Espírito Santo.

CULTURA E SOCIEDADE

Inicialmente, São Miguel de Taipu era reconhecida em toda redondeza pelas festas populares que realizava e ainda realiza; entre as principais a Festa do Padroeiro, (Festa da Colheita) no mês de Setembro, Festa de São Sebastião no mês de Janeiro, festa de Natal, carnaval e Juninas. E ainda continua sendo muito prestigiadas as nossas festas devidos as atrações aqui trazidas quando na realização das mesma.
As festas realizadas em nossa cidade são muito prestigiadas pelos meios políticos da região que através da mesma aproveitam para rever as suas bases e influência no Município.
O Clube Social de propriedade particular funcionou até o fim dos anos 97, depois de uma fortes chuvas que caiu na região algumas famílias desobrigadas, que estavam sem casa para morar invadiram o referido clube até a presente data, nenhuma providencia foi tomada para a desocupação pois o clube e de propriedade particular.
A sociedade de São Miguel de Taipu se baseia numa minoria que se acham que são ricos por ter um status melhor, seus filhos se destacam por estudar em escola particular nas cidades vizinhas que as vezes fazem das tripas coração para manter os filhos nessas escola particulares por oferecer uma educação melhor do que as da escolas publicas existentes no município.

MANIFESTAÇÕES CULTURAIS


As nossas manifestações culturais são representadas pelas danças (Lapinha, Carnaval, Cavalo Marinho, forró e quadrilhas), pelo artesanato de cesta ria, panela de barro, rede de pesca, tarrafas, Jereré, Tricô, Crochê e bordado que esta perdendo popularidade com a nova juventude que não prestigiam mais as tradições dos seus antepassados.
Ainda hoje, podemos destacar grupos que ainda prestigiam as raízes de suas tradições com: Grupo de Dança Pixilau onde apresentam o Xaxado e peças teatrais.

Ciranda
Nossa Cultura era destacada pelas seguintes manifestações:

LAPINHA

A Lapinha era uma dança folclórica trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. A em São Miguel de Taipu eram dançadas nas casas: Terezinha de Edgar, Maria Fulor, Maria André na Rua e no sitio nas casas: João Terto na Fazenda Maravalha , Antonio Simplicício e Zé da Baleia no Engenho Corredor e também em outras localidades de nosso município. A lapinha era uma dança de disputa entre dois cordões o azul e o encarnado era vencedor da noites aquele cordão que arrecadassem mais dinheiro na noite, onde era vendidos cravos perfumados e fitas com a cor do cordão no final das danças era realizado um forró de sanfona onde os cavalheiros pagavam para dançar com as pastorinhas no sitio essa brincadeira era a luz de candeeiro. A moça que rejeitasse a dançar com alguém essa era proibida de dançar com outro naquela noite.
Hoje, a lapinha já não existem mais em nosso município as pessoas adepta dessa brincadeira já faleceram e os jovens de hoje não dão a mínima importância e nem buscam resgatar as suas raízes, hoje, está sendo resgatada pelos Agentes Jovens em desenvolvimento que também dançam o xaxado.

CAVALO MARINHO


O Cavalo Marinho também teve sua passagem por nosso Município, em épocas passadas com grandes admiradores desses eventos que aos poucos foram deixando para trás as raízes de seus antepassados, a nova geração de hoje não viram e nem tão pouco se interessam em resgatar a nossa cultura.
Os integrantes desta festa apresentavam-se descalços, com roupas enfeitadas, chapéus espelhados com fitas. A parte divertida ficava com o Mateus que carregava um matulão; folhas secas de bananeiras ajudavam na ornamentação. A Catarina usava vestido de Chita colorida e pintava-se de preto que ficava muito engraçada.
As brincadeiras aqui em São Miguel de Taipu eram realizadas pelo Senhor Augusto Herculano em Lagoa Preta, na rua brincava com seu Julio (Pai de Zé Buchudo de Graça) e em Corredor na casa de Antonio Simplicio.


CANTADOR DE VIOLA


A cantoria de Viola aqui em São Miguel de Taipu, era realizada em todos os cantos do município se ouviam uma boa cantoria de viola. Repentista como Otacílio Batista , Cachimbinho e Oliveira de Panela, eram vistos constantemente no Município de São Miguel de Taipu em todos os finais de semana nas casas de: Neguinho Vitor, Seu Nuca na rua, Zé Pezinho, Luis Padre , Zé da Baleia e Brizola em Corredor e também em todas localidade do nosso Município se ouviam falar em uma noitada bom cantador de Viola.
Hoje, ainda há alguns adeptos que gosta de ouvir um bom cantador de viola e repentista e apesar da nova geração não gostar desse tipo de evento os mais idosos de nosso município adora em reviver uma bom cantoria, por isso, algumas apresentações ainda têm acontecidos aqui na nossa cidade na Barraca do Galego com apoio de Vereador tentando resgatar aos jovens as culturas do passado contamos com um dos maiores repentista do nosso vizinho município de Pedras de Fogo do então, Curió de Bela Rosa, localidade esta que um dia pertenceu a São Miguel de Taipu.

ESPORTE E LAZER

Há alguns anos, o Município de São Miguel de Taipu destacava-se pelas vaquejadas que eram realizadas em pátios com curral, nas terras de Lagoa Preta e Itapuá. Cavalos famosos e homens corajosos da região que se aventuravam nos lombos de seus possantes cavalos, as vaquejadas atraía um grande público, sendo hoje realizadas no Assentamento Antonio Conselheiro no Itapuá.

PONTOS TURÍSTICOS

A Cidade de São Miguel de Taipu é citada na rota do Turismo por se tratar de uma cidade que serviu de rota dos visitantes ilustres que visitava o Engenho Outeiro, Corredor e Pilar. Por ter São Miguel de Taipu em suas terras 6 engenhos o que o torna mais visitados. Nossa terra serviu de cenários a filmes e documentários muitos importantes entre eles podem citar:Livro Menino de Engenho , filme Fogo Morto e Bagaceira (Soledade) e Um cabra Marcado para Morrer.
Fogo Morto
Menino de Engenho

Engenho Itapuá

A origem do nome Itapuá deu-se de uma tribo indígena (Tapuias) que viveu muitos anos antes de sua fundação nessa região descente dos tabajara que subiam pelo rio São Domingos (Rio Paraíba) iam de encontro com os cariris de Pilar e Itabaiana.
O Engenho Itapuá foi visitado pela comitiva de Dom Pedro II (quando em visita ao Pilar) em 1859, é um dos engenhos mais antigo da várzea do rio Paraíba, que despontou o coronelismo no período da velha república e foi celeiro da escravidão seu dono Coronel Ursulino.

ENGENHO LAGOA PRETA


HISTÓRIA

A origem do nome deu-se de uma lagoa de água muito turva que tinha por trás do engenho, que com o alargamento do rio Paraíba essa lagoa já não existe a muito tempo. O Engenho Lagoa Preta não se sabe exatamente a data de sua fundação (sua terra serviu de passagem) quando a comitiva de Dom Pedro II, quando em (visita ao Pilar), mas esse engenho foi comprado por uma família de sertanejo bastante conceituada no sertão da Paraíba, que resolveu sair de suas terras para comprar um engenho mais próximo do litoral onde oferecia melhores condições de escoar a sua produção de suas lavouras que eram grandes plantadores de frutas e cana-de-açúcar, e por ser mais fácil o acesso ao Porto da Capitania.

ENGENHO OITEIRO

HISTÓRIA
Em meado do século XVI era um engenho de fabricar açúcar e nas suas imediações estabelecida uma aldeia de índios Cariris, tendo o seu chefe o nome de Pedro Valcasser. Situado na transição para o Agreste, possui engenhos de cana e fazenda de criação.
O Engenho Outeiro em tupi guarani significa “uma colina, pequena elevação de terra.” Seu principal dono foram o casal (1º Casamento) Lourenço Bezerra de Albuquerque Melo e Luzia Lins Cavalcanti de Albuquerque Vieira de Melo (ela descendente de Engenho Novo) desse casal dessa união nasceu um único filho Gilberto Lins Cavalcanti de Albuquerque. Do 2º Casamento de Lourenço Bezerra de Albuquerque Melo com Emilia Augusta Lins Vieira de Albuquerque, nasceram os filhos: Henrique Vieira de Melo (casou com Clóris Monteiro Vieira no ano de 1950), Joaquim Bezerra de Melo, Maria Augusta Vieira de Albuquerque Melo, Estelita Bezerra de Melo, Angelita Bezerra de Melo e Ester Bezerra de Melo.

ENGENHO NOVO
Casa Grande do Engenho Novo ( foto ano 1996)

O principal dono foi o casal Joaquim Francisco Lins (Quina) e Maria Álvares de Carvalho César (Sinhazinha),irmã de Janoca de Corredor (Joana), dessa união nasceram os filhos : Antonia Cavalcanti Lins, Alice Cavalcanti Lins, Abílio Cavalcanti Lins e Luzia Cavalcanti Lins (do 1ºCasamento de Lourenço Bezerra de Outeiro).
Esse Engenho que também foi da linhagem do Senhor Antonio Augusto Lins, que herdou da família de Joaquim Francisco (Quinca) por ter casado com uma das suas filhas, o engenho funcionou até os anos 70 onde encerrou as atividades de fabrico do açucar e aguardente, o Engenho foi comprado pelo Senhor Ribeiro Coutinho e depois o Engenho passou para os herdeiros ficando uma parte com o Senhor José de Painha como era conhecido e outra com Maria Helena que era casada com o Doutor João Crisostene onde mantinham um casamento só de aparência e tinham um casal de filhos.

ENGENHO MARAVALHA


O nome Maravalha, significa” Gravetos para fogo; acendalhas”. Os primeiros donos deste Engenho Maravalha foram: João Lins Cavalcanti e Luzia Lins da Veiga Pessoa, da união desse casal nasceram os seguintes filhos: Emilia Augusta Lins Vieira de Melo (mãe de seu Lola), Ana Adelaide Lins V.Cavalcanti, Henrique Lins Cavalcanti (que mudou para Minas Gerais, tomar conta de uma fazenda), Alice Lins V. Cavalcanti, Gentil Lins , Rubens Lins Cavalcanti (pai de Dona Montinha de Corredor), Cynthia Lins Cavalcanti (casou-se com filho de Taipu) e Maria da Assunção. Não se sabe a data exata de sua fundação, mas foi feito de material não muito resistente devido a dificuldades de tijolos de fabricação caseira que ainda não dispunha no Engenho, por isso, a casa Grande já não existe devido a fragilidade da construção.


ENGENHO TAIPU

O nome Taipú originou-se de uma tribo muito feroz que habitou a região chamados Tapuias os Potiguares habitou até a altura de Espírito Santo indo até serra da Raiz.a partir daí até Serra da Borborema ficavam os cariris acima daí os ferozes Tapuias.
Os Taipuzeiros como era conhecido por toda região da várzea do Paraíba, por mais de um século eles imperaram as várzea do Rio Paraíba (antes São Domingos). A vinda de Pernambuco no inicio do século passado logo após a Proclamação da República, os Lins,ou melhor os Taipuzeiros,nome advindo do engenho Taipú,um dos inúmeros Bangüês da família, foram senhores de Baraço e cutelo na região onde predominava a cana flor de Cuba até a revolução de 1930. De Pilar até ás várzeas do Rio Goiana, para o sul,subindo e seguindo até o leste, até João Pessoa,mandavam os Taipuzeiros. Não havia festa política ou religiosa sem a ordem desse puséramos. Até as arvores,cercas e porteiras dos engenhos dos Taipuzeiros eram sagradas.(terra em dois estados.

ENGENHO CORREDOR

Vista da Casa Grande do Engenho Corredor
Sendo esse Engenho Corredor o pai de todos os engenhos da várzea existentes, era um engenho que predominavam muitos escravos, dos quais eram bem tratados e gostavam muito do seu Senhor, chegando inclusive de escrava morrerem até com mais de cem anos sem ser ali maltratados, nas feiras os escravos pediam para que fossem comprados pelo dono desse engenho por que sabiam que ali não eram maltratados. As terras desse engenho se localizada na sua maior parte no município de São Miguel de Taipu, daí portanto por ser tão familiar em nossas terras, temos a graça de termos José Lins do Rego como nosso conterrâneo.

8.ROTEIRO TURISTICO RELIGIOSOS
Capela que deu origem a Cidade

A Pequena Igreja do Engenho Itaipu, onde deu origem ao nome da cidade, sendo o Santo São Miguel do dessa Igreja para a Igreja Matriz, por ser de família católica muito fervorosa, que não perdia uma missão ou missão como era chamada antigamente. Hoje ainda é rezada missa nessa igreja pelo Padre da Matriz de São Miguel durante o ano inteiro.
A Capela da Matinha foi de origem de um cemitério do Engenho Outeiro, que depois que foi construído o cemitério da cidade este foi desativado tendo o engenho enviados seus mortos para o cemitério da Cidade.
A Capela da Cruz da Moça foi em decorrência de um acidente de carro (essa moça caiu de um caminhão) ocorrida no início da construção da estrada, que as pessoas fazem visitas e acende velas todos os anos para agradecer alguma benção recebida.
A Capela da fazenda Santa Lucia foi construída ali a pedido dos familiares de “Vieirinha” onde era realizada o preparo das crianças para a crisma na Igreja do Engenho Itapuá.


Igreja de Nossa Senhora das Angustia
Jazigo com os restos mortais de Maria Lins (Maria Menina) de Itapuá
Com data de nascimento 1881 e falecimento 1965

Igreja da Fazenda Santa Lúcia

Esta Igreja foi construída de uma reprica de uma Igreja francesa por Vieirinha em homenagem a um de seus filhos que tinha sido vitima de acidente e que se recuperou de forma surpreendente e para agradecer a graça construiu essa pequena igreja para que os fieis fizesse ali as suas preces.
Hoje esse local serve de uma peque sala de aula para os alunos do PETI no Município e não se sabe a data exata de sua construção.

Igreja Nossa Senhora Rainha dos Anjos fundada em 1875

A Igreja Matriz de São Miguel de Taipu foi construída no ano de 1875 em terra doada pela família de Luzia Lins de Albuquerque, proprietária de Maravalha, e tem como padroeira Nossa Senhora Rainha dos Anjos e Padroeiro São Miguel (doado pela Senhora Joana Bezerra de Cavalcanti de Itaipu) no mês de Setembro e comemora-se também o São Sebastião no mês de Janeiro.

1ª Igreja Evangélica na cidade de São Miguel de Taipu
Igreja Assembléia de Deus

Na Cidade tem as seguintes Igrejas evangélicas: Assembléia de Deus, Congregação Batista Unidos do Brasil e na zona rural nas seguintes localidades: água Fria, Betel; Água Branca, Assembléia de Deus; João Pedro, Brasil para Cristo.

8 comentários:

professor fernando targino da cunha disse...

o blog é interessante por que nos tras noticias e informações da cultura de uma região pouco explorada pelo turismo regional.

Clara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Clara disse...

Professor.
Augusto Vieira mencionado acima, seria o irmão de Quincas e de Louenço, que se estabeleceu em Minas? Caso seja esse Augusto, peço desculpas por minha intromissão, mas devo dizer que seu nome está incorreto.

professor fernando targino da cunha disse...

verdade, augusto vieira foi o pai de Henrique Vieira de Albuquerque Melo, agropecuarista que desenvolveu a alta tecnologia de inseminação artificial de gado nelore no estado da Paraiba e Quincas e Lourenço foram seus tios, a Fazenda hoje é tocada pela viúva Cloris Monteiro e seu filho Augusto Vieira de Albuquerque Melo.

professor fernando targino da cunha disse...

Cara amiga Clara se você acessar o meu blog passa para mim o nome verdadeiro de Quincas que eu quero colocar no meu Livro sobre a história de São Miguel de Taipu que lançarei em breve.

Clara disse...

Joaquim Francisco Cavalcanti Lins, “Quincas do Engenho Novo”
cc Maria Álvares de Carvalho César
Lourenço Bezerra de Albuquerque Melo, o “Lola do Oiteiro”
1º cc Luzia Lins de Albuquerque 2º cc Emília Augusta Cavalcanti Lins
Augusto Vieira Lins de Albuquerque
cc Ana de Sá e Albuquerque
Esses são 3 dos 6 irmãos

professor fernando targino da cunha disse...

Obrigado clara, por ter me enviado os nomes verdadeiros de "Quinca do Engenho Novo" fico muito grato, gostaria de saber aonde vivem esse pessoal vc tem noticias, manda prá mim! E vc faz parte dessa familia?
Abraço....

Clara disse...

Professor não entendi sua pergunta : Onde vivem esse pessoal? Todos morreram há muito.
Faço parte sim dessa família, sou descendente de Augusto que foi para Minas.
Que tipo de informação você deseja, se eu puder ajudar será um prazer.Eu como você também procuro informações .Teria alguma informação sobre Baltazar Dorneles de Albuquerque e Melo sua esposa Ana César Vieira de Melo, eram nordestinos e tinham ligação com essas famílias do Taipu. Estou no orkut visitei sua pagina por lá, se preferir podemos trocar informações lá.
Abraço,